Panos sagrados
Numa quinta feira que foi santa ficou a minha memória. O padre absolveu-me os pecados (eu não os tenho disse-lhe, só quero saber o que se faz quando se deixa de procurar Deus). Se estivermos atentos encontramos o que não procuramos. Para deixar o Bem nascer devemos renunciar. É aí que me encontro. Nas manhãs em que saio dos lençois desejo uma coisa boa pelo bem. Passo o dia a renunciar. Comprei a palavra - não.
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e eu tinha saudades também de te ter perto.
Achas mesmo, ou foi só naquele dia? "para deixar o Bem nascer devemos renunciar"...
Nem sequer acho que "bem" deva ser "Bem". Nem sequer gosto da palavra "renunciar", que tem carga de sacrificio..
Gosto do "sim" ainda que "mas", por isso não compro o "não". Quer dizer, como ponto de partida pelo menos.
Mas gostei do que escreves, e quando gostei menos gostei sempre de como escreves.
Vou andar por aqui.
Bjs
É necessário tirar a carga negativa do renunciar, alguns sacrifícios por pequenos que sejam poupam-nos de momentos de dor noutra escala.
Eu gosto do sim, por isso comprei o não (agora preciso de estágios sucessivos para o conseguir utilizar. Não gosto do mas (...)
E baralhada fiquei, com o "gostei menos gostei sempre de como escreves". Espero-te por aqui.
Um beijo também.
se estivermos atentos encontramos o que não procuramos.
assim me aconteceu com o seu espaço, espantado ainda com a força e a beleza que alguns dos seus textos irradiam.
obrigado também pelas suas palavras.
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