Bom... Neste não sei o que dizer, mas aventuro-me. A interpretação deve ser outra, mas... O espaço que algo deixa de ocupar fica vago. O vazio tem de ser preenchido. E, até arranjarmos alguma coisa que o faça, ou até nos habituarmos a ele, não deixamos de sentir a presença do que ocupava antes esse lugar... Como a luz do sol, depois de fecharmos os olhos...
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Bom...
Neste não sei o que dizer, mas aventuro-me. A interpretação deve ser outra, mas...
O espaço que algo deixa de ocupar fica vago. O vazio tem de ser preenchido. E, até arranjarmos alguma coisa que o faça, ou até nos habituarmos a ele, não deixamos de sentir a presença do que ocupava antes esse lugar...
Como a luz do sol, depois de fecharmos os olhos...
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Gosto muito deste, muito mesmo. Elegante o modo como contas a estória, é practicamente um Haiku.
Já tinha gostado quando a li, mas agora ainda mais.
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