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A minha direcção

Numa fracção de marcas brancas num objecto sem camadas. Sai à rua e caminha, sente a relva, o mar não lhe entrou no pensamento. Alucinada deixa a percepção do mundo e segue a erva. Cidade. Emblemas de grandeza. Traços de caveiras, entre vivos sobrecarregados. Só parou num corpo igual ao seu, que seguia num outro sentido sem intensidade. Não te levo a lado nenhum. Levo-te a mim.

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Blogger ffidalgo said...

muito giro...

5:15 da tarde  

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