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Pulchrissima (...)

Das papoilas quero o vermelho.
Quando chegar ao espaço das núvens e deixar escapar o mar, sei que terei a flor comigo. Firme entre as minhas pernas.
Não te deixarei dançar marcado nas folhas brancas à espreita de uma história. Deixo os teus traços no mistério que te compromete.

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Blogger Desassossegada said...

Flores firmes entre as pernas? Então isso agora mudou de nome?

9:52 da tarde  
Blogger [ t ] said...

(aqui tudo se transforma, até os nomes)

Mas esta flor, não se transfigurou rasgou-me a vida há pouco tempo.

10:54 da tarde  
Blogger FMS said...

Há que remendar.

12:14 da manhã  
Blogger Goiaoia said...

O que eu mais gosto, mais gosto, mais gosto, no vermelho das papoilas, é que se destaca.
Num dia de sol, forte, as papoilas são buracos vermelhos no plano. Fúnis ou canudos de (conheces a teoria dos vasos comunicantes? ora aí está!)transição para outros espaços siderais, uns nos quais tudo é tremendamente saturado, ... tudo é vermelho incandescente.

(vá..., sê condescendente.)

2:47 da manhã  
Blogger FMS said...

Ainda há um exemplar desse álbum - que é muit'a estranho - cá por casa.

12:06 da manhã  

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