Pulchrissima (...)
Das papoilas quero o vermelho.
Quando chegar ao espaço das núvens e deixar escapar o mar, sei que terei a flor comigo. Firme entre as minhas pernas.
Não te deixarei dançar marcado nas folhas brancas à espreita de uma história. Deixo os teus traços no mistério que te compromete.
Quando chegar ao espaço das núvens e deixar escapar o mar, sei que terei a flor comigo. Firme entre as minhas pernas.
Não te deixarei dançar marcado nas folhas brancas à espreita de uma história. Deixo os teus traços no mistério que te compromete.
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Flores firmes entre as pernas? Então isso agora mudou de nome?
(aqui tudo se transforma, até os nomes)
Mas esta flor, não se transfigurou rasgou-me a vida há pouco tempo.
Há que remendar.
O que eu mais gosto, mais gosto, mais gosto, no vermelho das papoilas, é que se destaca.
Num dia de sol, forte, as papoilas são buracos vermelhos no plano. Fúnis ou canudos de (conheces a teoria dos vasos comunicantes? ora aí está!)transição para outros espaços siderais, uns nos quais tudo é tremendamente saturado, ... tudo é vermelho incandescente.
(vá..., sê condescendente.)
Ainda há um exemplar desse álbum - que é muit'a estranho - cá por casa.
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