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De costas no vento

Entornou-se nos campos em bolsos de ar. Delimita-me no envolvimento dos nossos braços que contagiam ausências de conhecimento. Ajuda-me quando me sentires abraçar as tuas costas. Chávenas escaldantes de vozes que sobem às núvens desenhadas por fumo. Fecha-te nessa caixa que transportas à luz e não regressas ao amor. Agora só o céu e caracteres fundidos em ti, numa cadência sinistra. És som nos meus pedaços amontoados em cascas escavadas num prato que tem o teu sabor.






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Blogger [ t ] said...

(imagem 1 - pormenor de fotografia, créditos de Joaquim Gromicho)

2:01 da tarde  
Blogger Dia said...

Eu conheço aquele braço :)

7:03 da tarde  

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