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Parte III

Mas não o suficiente. Saímos do Teatro com uma sensação de ................ (isto mesmo, de ................ nada).
Gostava de saber escrever aqui a loucura de Medeia. Leiam. Conheçam e construam nos vossos pensamentos. Mas conseguia fazê-la sair do meu corpo. Ontem apeteceu-me subir às tábuas e desafiar Manuela de Freitas na construção do diálogo feroz entre a razão e a loucura. Falta muito a esta peça. Desde um coro (necessário!) irritante a uma Medeia que se arrastava num sofrimento mas que não estava louca a um Jasão que de banana tinha tudo. Não desisto do D. Maria. Onde ficou o mito e a sua densidade dramática? (não vou continuar, porque apetece-me continuar a dizer mal) Salvam-se duas personagens.

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Blogger SUSHISTICK said...

Fui ver. Gsotei do lençol de sangue, dos caprichos cénicos e pouco mais. A dor cor de grito também não me convenceu.

A ver vamos se o Ouro do Reno está à altura do que promete... ;P

(your blog looks nice!)

4:33 da tarde  

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