Romper-me

Em que mar nos escondemos na noite de ontem. Que noite do mês seria? em que águas nos paralisamos quando às escuras te entregaste em movimentos contornados por repetições. Pelas trevas na minha ignorância amei-te só mais esta vez. Insististe no meu corpo sem saberes que eram as carnes que atingias com um golpe. Desistimos do mar, chove nas nossas bocas. Só nós em pleno rapto, até não nos conseguirmos vencer. Evito-te, por um momento, espero e antes de sair olho-te. Eu só te pedi para me deixares comigo.
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