Mais à noite
Pelo que me apontas entre uma multidão num sonho que me afronta, percebe assim uma coisa de tudo o que me envolve entre páginas escritas num turbilhão de palavras sem intenções escolhem-se pessoas. Soa uma voz no meio que te traz com o mar. Vento que nos meus cabelos a dormir intervalos nos teus braços pela noite em que tomaste ser-me. peças de vidro sem chamas na ponta da língua, se fosse um anjo escolheria passear-te pelas mãos. Se fosses deus nunca te poderia tocar. Acordo com um discurso do meu lado, esquerdo, tudo é diferente. A história passou-se de outra forma, inventava-te momentos entre chávenas de chá com morangos que boiavam nas nossas bocas. Só os olhos estão inchados, procura-me na solidão.
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