Monstros,


Observar tudo o que nos chega. analisar o íntimo até a gaivota que voa na minha cabeça. Juntam-se núvens sobre o abandono da casa onde vivemos. Os materiais possuem-se em deteriorização e os sentimentos cedem lentamente. Tal como estico o cabelo nos dedos. Carrego-te em sacos de pano buracos tornam-se gotas que vão saindo de ti. Fica o teu rasto.
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