nos meus ossos.


No fim um impulso. através de calúnias que circulam em bocas sujas impurezas das estátuas enterradas no teu jardim. Preserva o teu coração. Mordaz na luz. Da espera cansa os braços na escuridão, em torno de alguém e tudo passa. É mais o fumo que flutua sobre ondas nas tuas mãos em concha sobre o meu peito.
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