Corre para onde


É só uma vida e com ela não consegues morrer num único sopro exposto à pele que cobre o que te suga. Rio que desfaz memórias no mar que traz consciência clara.
Por vezes fotografias e um copo de leite.
O vento rasga, a janela aberta desarruma os teus cheiros. De noite tudo se fecha e tu retornas aos braços que te afastaram. Intervéns no desconhecimento do campo onde te moves. Á noite fecho as janelas tudo poisa.
Num sítio, não o lugar. Espreita o fantasma desta ficção. Da não verdade. Deixa de ser a função que me vive é a minha informação. Personagens em volta de contornos sem volumes. Como se vive junto? As mãos têm tremido querendo ceder à força que exercem ao não largarem a camisa. Débil corpo que chega. Fecho a janela e o vento pára de me levantar. Por três vezes peguei na tesoura por vezes me ditaram cortes.
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