GOSTO-TE
O calendário avança. muda-nos os dias. troca-nos datas e sabores. seguimos o rumo marcando a passos curtos o tempo. Há um ano atrás, o tempo era diferente, hoje marcava dia 16. Não me troquei, assino a data certa. Repetem-se esquemas, com palavras diferentes.
Este ano não te liguei.
Os politicamente correctos (raramente) demonstram sentimento - vergonha de amar - aguardam-nos com palavras correctas seguidas de ponto final e vírgulas no devido lugar - sem margem de erro... palavras desenhadas à régua com tempos certos para respirar. Numa velha prancha com a segurança do escantilhão. Este ano não te liguei...
O certo voltaria a assombrar-nos. deixando sobre as nossas cabeças juntas uma vez círculos de material nenhum. Os olhos estreitos no escuro, os nossos corpos sem nos pertencerem. Não me ouviste dizer, é tão apertada a passagem, um abraço que rouba o ar. Não me quiseste cega mas pedra.
Que parte de mim colocaste a dormir? que a minha voz se silenciou nos teus ouvidos. Não sou mais encontrada nos teus sonhos.
TALVEZ TENHA PARADO DE CHOVER
Quando tenho saudades tuas e, me lembro onde guardo as tuas fotografias.Depois.quando chego a casa, perco a coragem de te encontrar.

Levanto-me da almofada gelada foco a tua imagem no reflexo do meu sorriso deitado nos teus lábios. Nada aqui. Só humidade no tempo que se fez nevoeiro. sem variações, entra-nos na pele - adormece-nos nos ossos.

Parabéns .Mi.
O calendário avança. muda-nos os dias. troca-nos datas e sabores. seguimos o rumo marcando a passos curtos o tempo. Há um ano atrás, o tempo era diferente, hoje marcava dia 16. Não me troquei, assino a data certa. Repetem-se esquemas, com palavras diferentes.
Este ano não te liguei.
Os politicamente correctos (raramente) demonstram sentimento - vergonha de amar - aguardam-nos com palavras correctas seguidas de ponto final e vírgulas no devido lugar - sem margem de erro... palavras desenhadas à régua com tempos certos para respirar. Numa velha prancha com a segurança do escantilhão. Este ano não te liguei...
O certo voltaria a assombrar-nos. deixando sobre as nossas cabeças juntas uma vez círculos de material nenhum. Os olhos estreitos no escuro, os nossos corpos sem nos pertencerem. Não me ouviste dizer, é tão apertada a passagem, um abraço que rouba o ar. Não me quiseste cega mas pedra.
Que parte de mim colocaste a dormir? que a minha voz se silenciou nos teus ouvidos. Não sou mais encontrada nos teus sonhos.
TALVEZ TENHA PARADO DE CHOVER
Quando tenho saudades tuas e, me lembro onde guardo as tuas fotografias.Depois.quando chego a casa, perco a coragem de te encontrar.

Levanto-me da almofada gelada foco a tua imagem no reflexo do meu sorriso deitado nos teus lábios. Nada aqui. Só humidade no tempo que se fez nevoeiro. sem variações, entra-nos na pele - adormece-nos nos ossos.

Parabéns .Mi.
2
Obrigado. Como sempre, não há muito a ser dito...
.m.
és dona das palavras. E do que está nas entreleinhas.
Beijos.
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