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os fantasmas não morrem

esquecida a tábua que baloiça no passado (de quem é a mão que a empurra?) estimula-me o segredo disperso encontra-me na lama. como te aviso. (encontras feridas?)
toca-as, não precisas de me pagar.

volto-me mais tarde para ti que baloiças as tuas pernas presas e, sorrio-te. muitíssimo

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