viro a página. têm tantas páginas os dias. arranca-se para a auto-estrada, na primeira curva o anel prende-se à meia de renda. por causa destas é que elas acontecem, ouço a minha mãe (que detesta as minhas meias e as hum. as hum que não se diz aqui. detesta-as, porque no tempo dela - seja ele qual for - quem as usava já se sabe quem era). com o pedaço de metal preso à perna sigo ao destino. mas elas acontecem por causa da minha esperteza saloia. adoro isto. esperteza saloia. mais uma vez, raios partam os engenheiros, que não inventam betão transparente nem pilares almofadados. como diz a manarac, tenho o que se pode chamar de carro personalizado carregado de design e arabescos.
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